Thursday, July 28, 2005

Calvin

Baixei da internet um .pdf gigantesco com centenas e centenas das tirinhas do Calvin & Hobbes, e simplesmente não consigo, de fato, trabalhar. E o mais difícil é ficar segurando o riso para os colegas não perceberem. De vez em quando, escapa uma gaitada. Mas vale a pena. Eu lembro de uma tarde na casa da Giana e da Mê, na qual se materializou em minha frente um livrinho com várias tiras desse pirralho, e eu simplesmente não prestei para mais nada. Possibilidades mágicas de viagem no tempo proporcionadas por essa coisa que a gente carrega por dentro, chamada memória, que possibilita ainda uma sensação, da qual sofrerei (e desfrutarei) eternamente, chamada nostalgia. De amigos, de situações, e de um tempo no qual eu era o Calvin...






Calvin e Hobbes (também conhecido como Calvin e Haroldo, no Brasil) é uma série de Banda Desenhada criada, escrita e ilustrada pelo norte americano Bill Watterson, e publicada em mais de 2000 jornais do mundo inteiro desde 1985. Calvin é um garoto de 6 anos cheio de personalidade mas profundamente solitário, que tem como único companheiro Hobbes, o seu tigre de pelúcia.
Watterson abandonou a sua criação em 1995 e, embora as tiras continuem em publicação em vários jornais, incluindo o português O Público (a "casa" de Calvin e Hobbes em Portugal desde o seu início) e o brasileiro O Estado de S. Paulo, a última tira original foi publicada a 31 de Dezembro daquele ano.
O nome de Calvin foi inspirado no reformador religioso do século XVI, João Calvino, que acreditava na predestinação, e que tem muitos seguidores nos Estados Unidos da América. Hobbes recebeu o nome de Thomas Hobbes, o filósofo inglês do século XVII que tinha aquilo que Watterson chamou de "uma visão obscura da natureza humana". De acordo com Watterson, a fonte dos dois nomes é entendida como uma piada para as pessoas que estudam ciência política, e que poucas pessoas a iriam perceber.
Os principais personagens são Calvin, Hobbes, a mãe e o pai de Calvin, Susie Derkins (vizinha e colega da escola de Calvin), Miss Wormwood (a professora), Rosalyn (a ama), o pediatra e diversas formas de extra-terrestres, super-heróis e outros frutos da imaginação de Calvin.Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Calvin_e_Hobbes"

Tuesday, July 26, 2005

BIS

Monday, July 25, 2005

PARA DESCONTRAIR:

Wednesday, July 20, 2005

Da crise

O que me deixa mais triste nessa história toda, é ficar mais decepcionado com a burrice dos caras que com a sua desonestidade. Talves por não ter convivido com o sábio Sr. Soalheiro (http://www.harmonia698.blogger.com.br), não me surpreendi tanto ao descobrir que havia corrupção no âmago de um governo eleito nem tanto por suas propostas políticas ou econômicas, tampouco por suas promessas mirabolantes, mas por uma idéia, um sonho, que a maioria de nós sonhou junto.
Passado algum tempo, algumas decisões tomadas, alianças seladas, declarações proferidas para toda a nação despertam alguma coisa dentro de ti, uma sensação que não se consegue precisar muito bem, mas definitivamente não é uma coisa boa...
E aí tu começa a ver, depois de um tempo, que falta competência até prá roubar, coisa que as elites oligárquicas fazem há anos impunemente.
Pode ser um tremendo, imenso, abominável preconceito de minha parte, mas todos esses caras, SEM EXCEÇÃO, não sabem nem FALAR DIREITO. Não estou aqui falando de orações substantivas adjetivas, ou coordenadas adversativas. Estou falando do simples. É uma dor assistir a este desfile de línguas presas, plurais assassinados covardemente, “poblemas”, “pobremas”, e por aí vai.
E o que se descobre? Que assim que chegaram ao poder, passaram a agir como novos- ricos: carrões, mansões, champagnes e charutos. Faltaram apenas os tapetes persas no chão dos automóveis e festas de aniversário com 250 convidados para seus cãozinhos de estimação. Apenas uma diferença: o que a Vera faz, é com o dinheiro DELA. Não o meu e nem o seu.
O mesmo partido que não titubeou em expulsar Luísa Helena (ela não imaginava, na época, o favor que estavam lhe fazendo) em virtude de suas convicções políticas e sua coerência com a própria história pessoal, até o momento que escrevo não sabe ainda o que fazer com Delúbio. Claro, pois o mesmo não passa de um mero executor das tramóias planejadas em escalões muito superiores ao seu.
O fato de assumirem a conduta criminosa, não os redime. O fazem simplesmente seguindo a orientação de um advogado, na tentativa de escapar da norma penal mais severa. Assumem o crime de pena mais branda, e com menor repercussão política. Basta assistir às declarações de Delúbio, Marcos Valério (como um cara que não consegue articular UMA FRASE em bom português pode se tornar publicitário?) e por último, Lula. O que se ouve é a repetição de uma historinha decorada em frente ao espelho, como os alunos da 2ª série que “aprenderam” a tabuada do sete. Tão espontâneo e verídico quanto uma tele-mensagem do fusca do coração lá em Pelotas.
Triste espetáculo este proporcionado pela CPI, onde assistimos os personagens responsáveis pelos rumos da política nacional, todos eles agindo como crianças que se mijaram nas calças, esperando desesperadamente que alguém os pegue pela mão e os leve até um canto para trocar suas fraldas.

Tuesday, July 19, 2005

Entre as coisas que ando lendo...

Finalizada ontem a leitura de "A casa das sete mulheres", da Letícia Wierschovski (esse sobrenome eu escrevi de cabeça, então não levem muito a sério).
Não tenho como comparar com a mini-série, pois realmente não acompanhei a produção global quando da sua exibição na telinha, o máximo que assisti foram alguns capítulos esparsos.
Passado o desconforto inicial, gerado pela inconsciente tentativa de associar cada um daqueles nomes que surgia das páginas com um rosto vislumbrado em alguma chamada televisiva da época, ou em algum destes capítulos assistidos, simplesmente desencanei. Relaxei e aproveitei a leitura. E que leitura!
O mais marcante da narrativa propiciada pela Letícia, é a sensação de que cada frase tem um cuidado todo especial na sua elaboração, nada está ali por acaso. Com um minímo de exagero, eu tive a sensação de que cada frase possuía um início, um enredo, um clímax e um final, cada qual era uma história em si. E cada qual era saboreada dessa forma.
Tudo bem, o livro me chegou às mãos muito bem recomendado, e mesmo assim, superou minhas expectativas.
Eu acompanho, seguindo as mesmas recomendações, as colunas que a Letícia (minha bruxa, praticamente) publica em Zero Hora, e atesto que o mesmo capricho pode ser conferido lá. Para os que não tem o livro, nâo tem tempo para lê-lo, ou precisam de um pequeno incentivo ou amostra do trabalho da guria, recomendo uma espiada por lá.
Por enquanto, era isso.

Wednesday, July 13, 2005

Sábado de sol, a cidade quase deserta, não fosse pelo burburinho ocasionado por eventuais grupos de turistas. Estes, lembrando muito aqueles estereótipos de japoneses, todos com seus sorrisos e máquinas fotográficas digitais, registrando tudo que estivesse a sua volta.
Foto da estátua de um cachorro. Foto ao lado da estátua do cachorro. Foto montado na estátua do cachorro. Foto. Foto. Foto.
Eu ali, bem tranquilo, tomando o meu mate, curtindo o meu livrinho, observando de vez em quando as diversas espécies de transeuntes ocasionais.
E eu havia parado ali por mero acaso.
A intenção inicial era tomar este mesmo mate e ler este mesmo livrinho na beira do rio, o que se mostrara impossível aguns minutos antes. Dezenas de ônibus e centenas de pessoas se aglomeravam pela orla, em alguma espécie de evento do qual eu não havia sido informado. Eu, que saíra de casa apenas para pegar um solzinho e relaxar, subitamente me encontrava preso em um engarrafamento em pleno sábado após o almoço. Após me livrar da turba, e dirigir a esmo por alguns minutos, acabei parando, ironicamente, a poucas quadras de casa, onde poderia tranquilamente ter ido caminhando.
E ali, se desenrolou a tarde, um chimarrãozinho para curar os excessos alcóolicos da noite anterior, um livrinho, que achei muito bom, e escreverei sobre ele posteriormente, e a certeza reconfortante de que assim que o sol começasse a pensar em sumir, eu já estaria a caminho de uma quadrinha de futebol prá bater uma bolinha com a gurizada.
Um pedacinho do meu sábado, colocado aqui apenas prá não deixar criar teias de aranha, e interromper um série de colagens.
Era isso.

Wednesday, July 06, 2005

Me mijei de rir ao ler isso aqui...

Brasileiro não merece ter um líder

Passadas dez rodadas do campeonato brasileiro vemos claramente que todos os times estão esforçando-se para fugir da liderança. Eles temem o “mal de Criciúma”, que faz com que os líderes da parte inicial do torneio sejam rebaixados na classificação final. Tal situação permitiu à Ponte Preta tomar a ponta, após vencer São Paulo no último domingo.
Na verdade, nenhum time merece ser líder do campeonato. O Santos é apenas um time comum com alguns jogadores diferenciados. Como Robinho vai se mudar para Madrid junto com o Casagrande (não cito minhas fontes, não insistam), o peixe torna-se absolutamente comum. O Corinthians vai obter a colocação que qualquer equipe que tem um iraniano dirigindo o futebol alcançaria. O Palmeiras tem um bom elenco, mas nenhum time é campeão apenas com jogadores pequenos. Se posicionar o Correa no meio e colocar um pedal de cada lado, ganhará em velocidade. São Paulo: vice-campeão
Os cariocas estão em vantagem no brasileiro: apenas dois estão sendo rebaixados. A previsão inicial era de que todos caíssem para a segunda divisão. O Inter está crescendo na competição, mas julgo que terminará no máximo entre os cinco ou seis primeiros. Para ser campeão a única saída seria colocar o Wianey Carlet de centroavante: alguma coisa ele tem que saber fazer, já que comentários não são o seu forte. Aliás, quanta gente cretina nessa imprensa esportiva gaúcha, não aprendem nunca. Ganhou, bom. Perdeu, ruim. Tudo se resume a uma briga de egos nos microfones e jornais de Porto Alegre. “Ah, o Murici não gosta da imprensa, então ele vai ver só uma coisa.” E assim eternamente.*
No mais, atentem para o Paraná, que está estragando todo o campeonato com sua imbatível estratégia de perder em casa e ganhar fora. Triste é a situação do Atlético – PR, que não tem estádio para jogar, será vice-campeão da Libertadores e ficará o resto do ano tentando fugir do rebaixamento. Lamentável
* quem escuta futebol pelo rádio sabe do que esse cara tá falando... ou quem assiste pela TV Com também.

Monday, July 04, 2005

O sonho áureo-cerúleo acaba em Sapucaia do Sul

"A caminhada do Esporte Clube Pelotas rumo à Primeira Divisão do futebol gaúcho foi interrompida ontem em Sapucaia do Sul quando o time áureo-cerúleo empatou em 1 a 1 com o Grêmio Esportivo Sapucaiense. Com o resultado, o Lobão foi eliminado da Segunda Divisão e terá de começar tudo de novo em 2006. Resta ao Pelotas, agora, a participação na Copa do Rio Grande, a partir de agosto."
Para Fernando, Tiago, Felipe e demais lobinhos...