Thursday, March 10, 2005

DIREITO DE RESPOSTA

Sou obrigado a discordar do Manuca quando ele afirma, alguns posts baixo, que "filosofia de domingo a noite no tulha já tende a ser um tanto negativa e desestimulante". Tsc, tsc...
O Tulha, em conjunto com o Rua XV, é um dos poucos remanescentes de uma época noturna da vida de vários da minha geração.
Satolep já era, talvez o similar mais aproximado. Não pelo ambiente, mas por também ser um ponto costumeiro nas noites de domingo. Quem não curtia os shows do Rato, mesmo com aula no São José na manhã seguinte?
Carlitos, Supérfluo, Cais, até mesmo a famigerada Palativm (ou alguém vai negar que, em uma época não muito distante, era apenas um piá que ia prá noite de carona com os pais ou irmãos mais velhos, com hora marcada prá voltar?)
Sempre haverão aqueles lugares que são a "febre", o "point", e por isso mesmo, o efêmero. Engenho Sta Inácia, Olaria, Patrimônio, Lancelot, Casa de Portimnari (...), etcs e etcs, esses vem e vão, e o Tulha permanece.
É certo que com algumas modificações, tanto físicas quanto de público, mas é preciso estar aberto à vinda das novas gerações, até mesmo porquê não há como impedi-las, e nós somos exemplos vivos disso.
Outras coisas não mudam, como o péssimo atendimento, o mau humor das garçonetes, a cerveja quente e que acaba no meio da noite, o troco errado, todas essas coisas que fazem parte da atmosfera do lugar, e também, porque não dizer, do seu charme.
Quem nunca deu uma banda na frente do Tulha, até de pijama, só prá ver se aquele carro estava lá na frente?
Enfim, para mim, que nas vezes que vou ao Tulha já estou com a passagem comprada no Embaixador das 4 da manhã em direção à capital, sempre é com um misto de nostalgia e outra coisa que não saberia descrever que me despeço daquele lugar. Os highlanders da boemia sempre dão um jeito de aparecer por lá quando na cidade, e acho que faço parte deste grupo. Às vezes, parece que até o Panga vai aparecer por ali, com a garrafa de cerveja sob o mesmo braço da mão que segura o copo, contando vantagem do futebol jogado na tarde daquele domingo.
Arrisco dizer que, no meu caso, nem vou ao Tulha pelos atrativos do lugar, mas sim pelo clima de máquina do tempo que ele proporciona.
A gente se encontra por lá, em qualquer domingo desses...

Tuesday, March 08, 2005

Resposta

Bem.....como direi....coisas complexas, são, incrível isso!, realmente complexas, como o caso em tela.
Ame e dê vexame! Foda-se.(boa essa...)
As mulheres são assim mesmo. Lágrimas, abundantes ou furtivas, sejam sinceras ou não - eu sempre acredito que são! - lágrimas, que coisa mais linda e brega. Vou até botar o disco do B&M(se não fosses tão preconceituoso,tenho certeza que eles te aliviariam desse dilema):
"é, minha cara , eu mudei minha cara
mas por dentro eu não muuuuudooooo
sentimento não pára a doença não sara
teu amor ainda é tuuudooo"
(que lindo isso!)
Sabes que eu penso que a vida é luta renhida, viver é lutar, mas , com teu currículo, acho bom tu saires disparando, duma vez... Adoraria te dizer vai fundo , não tenha medo, o bom são os momentos, as emoções singulares, únicas e exclusivamente nossas que essas trocas geram.Óbvio isso! Porém eu também compartilho da tua desconfiança de que és um pára-raio de doidas. Mas é chegada a hora da mudança! Devemos considerar, e mais que isso, nos inspirar no Dr. Larry, teu ídolo. O quê realmente te importa? Tu e tua vontade! Logo, é bem provável que ela se apaixone, mas isso dá e passa (não necessariamente nessa ordem). SE tiveres estômago curte, inclusive as lágrimas. Contarás para teus netos que elas choravam, a teus pés!!!!!!!!!!!!!! Não esqueças ( elementar) que mulher, a maioria, não trepa: faz amor ( mesmo que elas mintam. Elas amam. Mesmo que só ali. Não é só carne e excitação.É entrega, aliás uma das lindas formas que o amor assume, permado de confiança e sublime intimidade.
Mesmo que não tenhas sentimento, adverte ela pra parar de chorar e curtir.Somos flores no jardim da vida( boa essa!). Florescemos , perfumamos, enfeitamos, e fenecemos no mesmo jardim e a fila anda. Isso não tira a força do momento de quem apreciou o perfume. Caro mio, o que levamos dessa vida é a vida que levamos. O que é ela senão sentimentos e momentos? Medo de sentimentos é babaquice emocional, Sultão. Triture, porém com sentimento. De mais a mais, maratonas de tantos adjetivos devem ser consideradas com zelo. SE ela for algo pouco interessante, redentor apenas para quem viu o xavante perder e ainda apanhou da briosa, ainda mais depois de minutos de convívio cafajeste com Larry Valli, fique com a primeira opção. Cai fora. Mas se ela merecer pelo menos um pensamento ao despertar ou embaixo do chuveiro, vai ver qual é. Medo do quê? Acalme seu coração.
Sdds e bjos
...

Wednesday, March 02, 2005

... e já voltei.

Só pode ser piada. O Romário ainda está jogando pelo Vasco, mas ontem disputou uma partida de futebol de areia durante 6 longos minutos, antes de sair de quadra acusando um desconforto no músculo da coxa, e que não queria correr o risco de ficar de fora da próxima partida do Vasco, que é HOJE!
Sem falar que os repórteres da Globo (leia-se Sportv) faltavam só DAR A BUNDA PRO CARA nas entrevistas antes do jogo.
Lamentável que um cara que jogava o que ele jogou, acabe se tornando uma caricatura de si mesmo...
Romário:
DEU PRÁ TUA BOLINHA!!!!!