Dica
“Sempre parecera a Antoine contabilizar sua idade como os cães. Quando tinha sete anos, ele se sentia gasto como um homem de quarenta e nove anos; aos onze, tinha desilusões de um velho de setenta e sete anos. Hoje, aos vinte e cinco, na expectativa de uma vida mais tranquila, Antoine tomou a decisão de cobrir o cérebro com o manto da estupidez. Ele constatara muitas vezes que inteligência é palavra que designa baboseiras bem construídas e lindamente pronunciadas, e que é tão traiçoeira que frequentemente é mais vantajoso ser uma besta do que um intelectual consagrado. A inteligência torna a pessoa infeliz, solitária, pobre, enquanto o disfarce de inteligente oferece a imortalidade efêmera do jornal e a admiração no que lêem.”
Como me tornei estúpido, Martin Page

5 Comments:
q dificil isso! mas tudo bem! não me considero possuidora de inteligência e muito menos de disfarce de inteligência. onde me enquadro? ai, ai... acho q é aí q entra a estupidez! bjocas!
Mê, tu te enquadra no rol das pessoas especiais! Não és estúpida, tampouco a tua inteligência faz parte de qualquer disfarce. Ela é bem real, e está aí, ao alcance de todos os que te rodeiam. Beijos prá ti também!
fiquei com vergonha! hãhã! bjocas!
Acho que tu tinha que botar aquela parte:
"Eu jamais fui esportista;... O meu fôlego curto, as minhas pernas lentas não me permitiam fazer os esforços necessários para acertar numa bola com eficácia..."
Pô Negão, por quê será que tu te identificaste mais com este trecho específico do que eu?
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